Meados do ano de 2009. Estava coletando informações para a escrita do meu décimo livro intitulado Lapão, Cem anos de História. Depois de uma longa viagem cansativa por estradas de chão, tive um encontro com uma bonita negra cuja presença marcante está viva em minha lembrança até os dias de hoje.
Chamava-se Alvina Rosalina (não sei se ainda está viva). Uma negra bonita que prendia minha atenção pelo porte elegante, o olhar que parece ler nossa mente, o andar corcundo, a grossa bengala de galho de aroeira, o vigor das pernas e o aperto em minha mão ao me cumprimentar. Era filha de uma índia que fora capturada a “dente de cachorro”.
Dia 11 de junho. Leio a notícia de que o famoso roqueiro cantor Elvis Presley vai ser ressuscitado para cantar seus rocks românticos (gosto de alguns), saracotear a bunda, jogar beijos para a plateia e ganhar milhões de dólares. Não Elvis, é claro, mas os que o estão trazendo de volta à vida para fazer o que eles querem e ganhar o que tanto desejam ou mais explicitamente falando: dinheiro, dinheiro e dinheiro!